A Skygems aluga tempo em telescópios remotos, com observatórios no deserto da Namíbia, a cerca de 2.000 metros de altitude, e uma unidade na Espanha. A cobrança é por hora de exposição, medida ao segundo: foco e apontamento não entram na conta. Noites de Lua saem com desconto de até 40%, e as tarifas mais baratas partem da casa dos 9 euros por hora. Há instrumentos de até 20 polegadas no parque, coisa rara para o bolso de um amador.
Serve ao iniciante que quer fotografar o céu profundo sem comprar montagem, câmera e passagem para o hemisfério certo: basta cadastrar os alvos e a plataforma escolhe o momento, com os arquivos caindo em uma pasta do Google Drive quase em tempo real. Quem sonha em colar o olho na ocular vai se frustrar, não existe sessão visual ao vivo. Site só em inglês, arquivos crus que pedem calibração e uma interface que ainda se declara beta.
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