Serviço americano no ar desde 2010, o RoastLog trabalha na nuvem: o torrador conecta as sondas ao logger da própria empresa, o navegador abre o gráfico e cada lote fica arquivado com café verde, perfil e ficha de cupping. A proposta de preço é o argumento principal, mensalidade fixa que não aumenta quando a produção cresce, ao contrário de plataformas que cobram por faixa de volume.
Cai bem para torrefação que quer histórico organizado e relatório por café sem investir em implantação longa. Quem busca automação de rampas ou integração com máquina industrial vai achar pouco, porque o sistema é mais registro e análise do que controle. Suporte e material são em inglês, e o hardware precisa ser importado, o que pesa no cálculo final.
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