Criada em 1976 por Steve Jobs, Steve Wozniak e Ronald Wayne, a Apple opera de Cupertino, na Califórnia, e fechou o ano fiscal de 2024 com receita de US$ 391 bilhões e lucro líquido de US$ 93,7 bilhões, puxados pelo iPhone. O que sustenta a casa é a integração entre hardware, sistema e serviços: iPhone, iPad, Mac, Apple Watch e AirPods conversam entre si, e o suporte de software costuma durar anos. No Brasil a marca tem apenas duas lojas próprias, no MorumbiShopping em São Paulo e no VillageMall no Rio, além da loja online, de revendas autorizadas e da montagem de parte dos iPhones pela Foxconn em Jundiaí (SP).
Vale para quem já vive no ecossistema ou quer aparelho com revenda alta e vida útil longa. Não vale para quem busca custo benefício: levantamento do Deutsche Bank colocou o país como o segundo mais caro do mundo para comprar iPhone, atrás só da Turquia.
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