Serviço neozelandês que virou popular no Brasil pelos 20 GB gratuitos e pela criptografia ponta a ponta ligada por padrão: os arquivos são cifrados no computador antes de subir, e a empresa não tem a chave. Os planos pagos vão de 2 TB a 16 TB, com cota de transferência proporcional ao plano, e o aplicativo de desktop faz sincronização de pastas e backup em mão única, útil para espelhar a pasta de entregas.
A privacidade cobra um preço: perder a chave de recuperação significa perder o acervo, sem atendimento capaz de reverter. A interface é em português e o pagamento aceita cartão, mas os valores são em euros. Serve bem para material sensível e para transferências grandes a clientes; para arquivo de 20 TB ou mais, o custo fica acima do armazenamento de objetos.
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